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	<title>Web Secom</title>
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	<description>A Coordenação de WEB tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento e melhoria da comunicação dos sites e serviços online do Governo do Estado do Tocantins.</description>
	<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 13:41:15 +0000</pubDate>
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		<title>Google ainda conversa com China, mas sinais de saída crescem</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2275/google-ainda-conversa-com-china-mas-sinais-de-saida-crescem</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 13:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[Gigante não aceita censura imposta por governo chinês.
Saída da empresa do país é dada como '99,9%' certa, afirma jornal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1529808-6174,00-GOOGLE+AINDA+CONVERSA+COM+CHINA+MAS+SINAIS+DE+SAIDA+CRESCEM.html" target="_blank">G1.com</a></p>
<p>O Google afirmou nesta segunda-feira (15) que mantém as conversas         com o governo chinês sobre a censura de seu portal de buscas no         país, apesar dos sinais cumulativos de que a empresa possa         fechar suas operações na China em breve.</p>
<p>O maior mecanismo mundial de buscas em rede está         em um impasse há dois meses com Pequim sobre as restrições na         internet e o Google alega que ele e outras empresas foram         atacados por hackers na China.</p>
<p>O presidente-executivo da empresa, Eric Schmidt,         disse na semana passada que espera anunciar em breve um         resultado das negociações com os representantes chineses sobre a         oferta de um mecanismo de busca sem censura para um país com 384         milhões de usuários de internet.</p>
<p>Muitos especialistas têm duvidado que o Partido         Comunista Chinês se comprometerá com a censura e no fim de         semana o “Financial Times” afirmou que as conversas chegaram a         um impasse crítico e que <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1528012-6174,00.html">é             “99,9% certo” que feche seu site no país, o google.cn</a>.</p>
<p>Um representante do Google disse nesta         segunda-feira que as conversas com as autoridades chinesas não         terminaram, mas acrescentou que a empresa está irredutível sobre         não aceitar a autocensura.</p>
<p>“Deixamos bem claro que não iremos mais         autocensurar nossos resultados de busca”, disse o representante         à Reuters, sob condição de anonimato devido à política da         empresa.</p>
<p>A China obriga os operadores de internet a         bloquearem palavras e imagens que o partido vigente considere         inaceitável.</p>
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		<title>Palmas recebe 1º Semana de Educação e Artes Digitais</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2266/palmas-recebe-1%c2%ba-semana-de-educacao-e-artes-digitais</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 13:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Vem aí a 1º Semana de Educação e Artes Digitais, uma realização da Casa da Arvore - Projetos Sociais que reunirá do dia 5 a 9 de abril deste ano em Palmas, pesquisadores, educadores, alunos e artistas representantes de projetos inovadores desenvolvidos em várias partes do Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vem aí a 1º Semana de Educação e Artes Digitais, uma realização da Casa  da Arvore - Projetos Sociais que reunirá do dia 5 a 9 de abril deste ano  em Palmas, pesquisadores, educadores, alunos e artistas representantes  de projetos inovadores desenvolvidos em várias partes do Brasil. São  iniciativas que têm provocado profundas reflexões sobre o universo de  possibilidade de produção de conhecimento na era digital, através da  arte e da educação.</p>
<p>A programação conta com três oficinas voltadas para artistas,  estudantes, profissionais liberais e demais interessados em experimentar  novas possibilidades de criação a partir de novas tecnologias de  informação, comunicação e mobilidade. Para fazer sua inscrição envie um  email com o nome, idade, telefone, área de atuação para os e- mails  abaixo e aguardar instruções:</p>
<p>·         Jornalismo na web 2.0 - Nacho Duram (SP) <a href="mailto:jornalismoweb2.0@gmail.com"><strong><span style="color: #0000ff;">jornalismoweb2.0@gmail.com</span></strong></a></p>
<p>·         Básica de Animação em Blender 3D - Erick Henrique (TO) <a href="mailto:anima.blender.3d@gmail.com"><strong><span style="color: #0000ff;">anima.blender.3d@gmail.com</span></strong></a></p>
<p>·         Processamento de som e imagem em tempo real - Jarbas Jácome  (PE) <a href="mailto:processamento.tempo.real@gmail.com"><strong><span style="color: #0000ff;">processamento.tempo.real@gmail.com</span></strong></a></p>
<p>Os painéis serão gratuitos e aberto a toda sociedade</p>
<p>As oficinas serão cobradas R$ 10,00 e o limite de vagas é 15 pessoas por  oficina.<br />
<span style="color: #333399;"><span style="color: #0000ff;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333399;"><a href="http://www.portalct.com.br/blogs/tecnologia/administracao/files/files/PROGRAMA%C3%87%C3%83O%20DA%201%C2%AA%20SEMANA%20DE%20EDUCA%C3%87%C3%83O%20E%20ARTE%20DIGITAL-1%281%29.pdf" target="_blank"><strong>Confira  aqui a Programação</strong><strong> das oficinas </strong></a></p>
<p><a href="http://www.portalct.com.br/blogs/tecnologia/administracao/files/files/Convidados_Semana-1.pdf" target="_blank"><strong>Confira  aqui a grade de painéis</strong></a></span></p>
<p><span style="color: #333399;"><strong>Fonte: <a href="http://www.portalct.com.br/blogs/tecnologia/" target="_blank">Tecnologia&amp;Informação</a><br />
</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mitos da empresa 2.0</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2257/mitos-da-empresa-20</link>
		<comments>http://web.secom.to.gov.br/web/2257/mitos-da-empresa-20#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 19:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Web Markekting]]></category>

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		<description><![CDATA[O fenômeno da colaboração pela internet mudou radicalmente as fronteiras do mundo corporativo, a competição nos negócios e a responsabilidade das lideranças.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fenômeno da colaboração pela internet mudou radicalmente as  fronteiras do mundo corporativo, a competição nos negócios e a  responsabilidade das lideranças. Mas nem todas as empresas enxergam isso  claramente, porque ainda existem muitos mitos a serem quebrados. A  opinião é do estudioso americano Andrew McAfee, 42 anos, criador do  conceito Enterprise 2.0, em 2006, e hoje diretor do centro de negócios  digitais do Sloan School of Management do MIT.  Autor do recém-lançado Enterprise 2.0: New Collaborative Tools for Your  Organization’s Toughest Challenges (“Empresa 2.0: novas ferramentas de  colaboração para os desafios mais difíceis da sua organização”), McAfee  diz que qualquer companhia pode se beneficiar das chamadas tecnologias  de ruptura, e o primeiro passo é ingressar no mundo das redes sociais.  McAfee estará no Brasil em abril para um fórum de gestão da HSM.</p>
<p><strong>1. As mudanças geradas pelas novas tecnologias têm sido lentas ou  rápidas desde que o senhor criou a expressão Enterprise 2.0, em 2006?</strong></p>
<p>Algumas questões evoluíram  rapidamente e outras, vagarosamente. Com a web 2.0, as empresas perderam  quase que instantaneamente o controle sobre as suas marcas e sobre como  são percebidas no mundo. É impossível controlar o que é dito sobre a  companhia. Por outro lado, anda lentamente a mudança na estrutura das  empresas, em sua forma de trabalhar e de avaliar o desempenho dos  empregados. Acredito que isso mude com o tempo. Muitos executivos são  entusiastas da colaboração, pois percebem valor para a empresa. E as  companhias inteligentes aproveitarão as facilidades que as novas  ferramentas proporcionam, como avaliar a cooperação entre os  funcionários e o grau de inovação que esse espírito colaborativo  proporciona.</p>
<p><strong>2. Por que empresas resistem a investir nessas tecnologias de  ruptura? É medo da transparência?</strong></p>
<p>A transparência é certamente uma das questões que inibem os  executivos. Mas uma questão muito importante é abrir mão do controle  sobre a mensagem transmitida pela empresa. Com os blogs e os wikis, as  empresas deixam de ter apenas um porta-voz e passam a contar com várias  pessoas falando livremente sobre a empresa e até em nome da empresa.</p>
<p><strong>3. O senhor afirma que existem ainda muitos mitos a serem quebrados  sobre a empresa 2.0. Quais são?</strong></p>
<p>Alguns desses mitos têm a ver com a questão da segurança da  informação, que poderia ser afetada pelo mau comportamento dos  empregados. É um mito, porque as pessoas têm demonstrado que se  comportam adequadamente mesmo com a transparência e a exposição causadas  por blogs, wikis e redes sociais. Outro mito é que o grande benefício  das novas tecnologias é o maior acesso à informação. Ou seja, a grande  vantagem dos wikis seria a informação que eles fornecem. Mas não é isso.  O mais relevante na empresa 2.0 não é uma pessoa encontrar informação,  mas uma pessoa encontrar outra pessoa que tem um expertise útil para os  negócios. A empresa 2.0 não tem como objetivo criar fontes de  informação, como grandes enciclopédias. Mas colocar em contato pessoas  com interesses em comum.</p>
<p><strong>4. Os aparelhos móveis são o futuro da comunicação e da colaboração  nas empresas?</strong></p>
<p>Os aparelhos móveis vão ganhar importância no mundo corporativo, mas  não substituirão os computadores, que continuarão oferecendo uma forma  muito fácil de obter e de registrar informações, além de permitir a  digitação rápida de textos. Nos países em desenvolvimento, onde os  computadores e a infraestrutura de banda larga ainda são caros, acredito  que os celulares farão a diferença.</p>
<p><strong>5. Os funcionários reclamam de problemas para usar sistemas de web  2.0 oferecidos pelas empresas?</strong></p>
<p>Sim, isso ainda é um problema. Um dos erros que vejo as companhias  cometerem é tentar imitar o Facebook, o Orkut ou o Twitter sem levar em  conta o tempo de desenvolvimento e de refinamento desses sites. A equipe  de programadores nas empresas acaba tendo poucos meses para elaborar  algo semelhante, e o resultado são ferramentas difíceis de usar e pouco  intuitivas.</p>
<p><strong>6. O e-mail será substituído pelas redes sociais no futuro?</strong></p>
<p>Essa é uma grande questão e, honestamente, não sei. Será muito  difícil eliminar o e-mail, porque é um ferramenta valiosa para as  pessoas e as empresas. Em muitas delas, é a única forma de comunicação  eletrônica com os funcionários. Acredito que o e-mail passará a dividir  espaço com as redes sociais, mas não será totalmente substituído.</p>
<p><strong>7. Todos os tipos de empresa devem investir em web 2.0?</strong></p>
<p>Nunca conheci uma empresa 100% satisfeita com os resultados da  colaboração, com a quantidade de inovação, com o aproveitamento da  energia e da inteligência coletivas. Mas todas certamente melhoraram.  Qualquer companhia no mundo pode se beneficiar das novas tecnologias.  Uma empresa até pode ignorar esse fato e não investir em blogs, wikis ou  redes sociais. Mas, nesse caso, é bom desejar que os concorrentes tomem  a mesma decisão e não façam nenhum investimento.</p>
<p><strong>8. Como os gestores podem utilizar as tecnologias para reestruturar a  organização e inspirar as pessoas?</strong></p>
<p>Muitos executivos reclamam que estão ocupados demais para participar  de redes sociais. Mas aqueles que já escrevem em sites como o Yammer  [microblog para empresas] relatam que a iniciativa economiza tempo. Isso  porque conseguem transmitir informações importantes e contar as  novidades rapidamente. Parte da genialidade do Twitter está no fato de  aceitar apenas 140 caracteres. Ou seja, é uma mensagem rápida e que não  toma muito tempo.</p>
<p><strong>9. Quais mudanças veremos no modo como as empresas se organizam e são  geridas?</strong></p>
<p>Já vemos algumas transformações nas empresas que estão investindo  nessas novas tecnologias. Elas estão mais horizontalizadas, e os  gestores administram equipes maiores. Um estudo da consultoria McKinsey  mostrou um aumento de cerca de 20% nas inovações, além de maior  satisfação dos consumidores e dos empregados. Algumas pessoas preveem  que, no futuro, não haverá mais hierarquia ou sistemas de gestão como  conhecemos hoje, pois ficarão obsoletos. Não acredito nisso. As  companhias continuarão precisando gerenciar os negócios, as pessoas, os  resultados.</p>
<p><strong>10. Como se preparar para tecnologias de ruptura?</strong></p>
<p>O primeiro passo é o executivo usar as redes sociais e conversar com  funcionários jovens sobre a dinâmica desses sites, como e por que eles  usam. Não toma tempo e custa nada participar do Orkut, do Twitter ou do  Facebook. E, acredite, essa é a forma mais rápida para alguém estrear no  mundo da colaboração.</p>
<p><a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125306-16363,00-MITOS+DA+EMPRESA.html" target="_blank">Da Época Negócios</a></p>
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		</item>
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		<title>5 maiores erros de estratégia web</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2214/5-maiores-erros-de-estrategia-web</link>
		<comments>http://web.secom.to.gov.br/web/2214/5-maiores-erros-de-estrategia-web#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Web Markekting]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje existem mais de 174 milhões de web sites e esse número não para de crescer, a cada segundo um novo blog é criado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje existem mais de 174 milhões de web sites e esse número não para de crescer, a cada segundo um novo blog é criado.</p>
<p>Para se destacar no mundo <em>on-line</em>, além de boas <a href="http://web.secom.to.gov.br/web/1512/estrategias-de-marketing-digital" target="_blank">Estratégias de marketing digital</a> é preciso inovar. Isso pode ajudar no processo de divulgação do seu site e a  conquistar novos clientes. Prova disso é o  crescente uso das <a href="http://web.secom.to.gov.br/web/1096/redes-sociais-como-estrategia-de-comunicacao" target="_blank"> Redes Sociais como estratégia de comunicação.</a></p>
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--> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">Mas cuidado. Ao planejar as estratégias web  pra um site alguns cuidados devem ser tomados. Para esclarecer apresento aqui os 5 maiores erros de estratégia web  publicados ontem no blog  <a href="http://titecwebsites.blogspot.com/" target="_blank">titecwebsites.</a></p>
<p><strong>01. Inutilidade</strong></p>
<p>Esse problema é o assassino para empresas de todos os tamanhos.<br />
Para conseguir a atenção e confiança do usário, sites não podem possuir problemas.</p>
<p><strong>02. Egocentrismo</strong></p>
<p>Os sites giram em torno de sua estratégia organizacional.<br />
A estrutura ideal é aquela focada para o usuário.<br />
Os usuários buscam facilidade de acesso das informações. Através de poucos cliques e rapidez.<br />
Procure ouvir com atenção cada opinião sugerida para o seu site.<br />
Bom design é o que atende as expectativas da maioria, proporcinando ao usuário, uma navegação agradável e fácil.</p>
<p><strong>03. Identidade Confusa</strong></p>
<p>O valor ou conceito do seu site é claramente comunicado aos usuários, assim que eles entram em seu site?<br />
Procure dizer aos usuários de imediato, por que eles devem gastar tempo no seu site, em vez de outro.</p>
<p>Seja objetivo. Faça pesquisas com diversos usuários e saiba o que seu site passa no primeiro momento.</p>
<p><strong>04. Egoísmo</strong></p>
<p>Os melhores sites fornecem meios para usuários a compartilhar seu conteúdo. Não escondem suas melhores idéias por trás de formulários de registro.<br />
Pense o seguinte, se você não está sendo generoso com seus usuários, então por que eles deverão perder o seu tempo em seu site?</p>
<p><strong>05. Complexidade</strong></p>
<p>Criação de websites excessivamento complexo pode ser um erro muito caro. O objetivo é criar a coisa mais simples possível, que atinge tanto as suas necessidades e as necessidades de seus clientes.<br />
A pergunta é, o que podemos tirar? Não &#8220;o que podemos acrescentar&#8221;</p>
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		<title>Virtualização do STJ vira modelo para Banco Mundial</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2189/virtualizacao-do-stj-vira-modelo-para-banco-mundial</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 18:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, viajará para Washington (EUA) e Havana (CUBA) nessa semana para realizar acordos de transferência de conhecimento do projeto de modernização e virtualização  do STJ para o Banco Mundial e para o Tribunal Supremo Popular de Cuba.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/03/08/virtualizacao-do-stj-vira-modelo-para-banco-mundial/" target="_blank">Computerworld</a></p>
<p>O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor  Rocha, viajará para Washington (EUA) e Havana (CUBA) nessa semana para  realizar acordos de transferência de conhecimento do projeto de  modernização e <a class="external-link" href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2007/08/21/idgnoticia.2007-08-21.8987399676">virtualização</a> do STJ para o Banco Mundial e para o Tribunal Supremo Popular de Cuba.</p>
<p>A  ideia é que o Banco Mundial inclua o projeto em seu Programa de Ação e  Aprendizagem sobre Transparência Judicial e Responsabilidade na América  Latina e Região Caribenha e ajude a construir um sistema judicial mais  moderno.</p>
<p>O acordo com Cuba terá a finalidade de aperfeiçoar  recursos humanos e intercâmbio de informações de experiências dos  respectivos judiciários.</p>
<p>O ministro Cesar Rocha apresentará, no  dia 9/03, a mesa redonda “Programa Processo Eletrônico: uma revolução  digital no Judiciário Brasileiro”, em Washington.</p>
<p>O projeto de  virtualização do STJ brasileiro começou em janeiro de 2009 e inclui a  integração do Supremo com todos os tribunais do País para o envio de  recursos no formato eletrônico, o aprimoramento da gestão administrativa  e a automação de julgamentos.</p>
<p>Com a implantação do projeto de  virtualização, os processos serão recebidos, registrados, autuados,  classificados e distribuídos em questão de minutos, de maneira segura e  econômica. O arquivo ainda fica disponível para ser visto em qualquer  parte do mundo pela web.</p>
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		<item>
		<title>Plano de expansão da banda larga deve se estender até 2014</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2157/plano-de-expansao-da-banda-larga-deve-se-estender-ate-2014</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 13:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[e-gov]]></category>

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		<description><![CDATA[O Plano Nacional de Banda Larga vem sendo discutido desde outubro passado, mas provavelmente só será definido no próximo governo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano Nacional de Banda Larga vem sendo discutido desde outubro passado, mas provavelmente só será definido no próximo governo.</p>
<p class="MsoNormal">No início das discussões, a <a href="http://web.secom.to.gov.br/web/1542/investimentos-do-governo-para-banda-larga-sera-de-r-10-bi" target="_blank">previsão</a> de investimento do ministro das Comunicações, Hélio Costa, era de R$ 10 bilhões, mas o custo para a expansão dos serviços deve chegar na casa dos R$ 15 bilhões - estimativas da Casa Civil.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p>Num primeiro momento, o principal objetivo do plano era ampliar o acesso à Internet em alta velocidade no país, agora o governo pretende incluir investimentos em expansão das telecomunicações na estrutura do segundo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC 2), que deve ser apresentado até o fim de março.</p>
<p>O Plano Nacional de  Banda Larga (PNBL) foi apresentado ao presidente Lula em meados de  novembro, no entanto, apenas as <a href="http://web.secom.to.gov.br/web/1352/banda-larga-tem-diretrizes-definidas" target="_blank">diretrizes  foram definidas</a>.</p>
<p>O grande  impasse para a definição do plano é  devido a reativação da estatal Telebrás, caso seja a escolhida como  gestora do plano. A decisão sobre a reativação da empresa ficou para  abril, quando o governo irá definir o formato final do PNBL.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cisco lança roteador para tráfego de vídeos</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2169/cisco-lanca-roteador-para-trafego-de-videos</link>
		<comments>http://web.secom.to.gov.br/web/2169/cisco-lanca-roteador-para-trafego-de-videos#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://web.secom.to.gov.br/web/?p=2169</guid>
		<description><![CDATA[A Cisco  lançou, nesta terça-feira (09/03), sua mais recente plataforma de roteamento, o CRS-3 (Carrier Routing System). É um poderoso roteador com capacidade de tráfego superior a 12 vezes das redes atuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.cisco.com/web/BR/index.html" target="_blank">Cisco</a> lançou, nesta terça-feira (09/03), sua mais recente plataforma de roteamento, o CRS-3 (Carrier Routing System). É um poderoso roteador com capacidade de tráfego superior a 12 vezes das redes atuais.</p>
<p>A plataforma de roteamento foi criada para ser base para a próxima geração de Internet, fundamentalmente, para o tráfego de vídeos, aparelhos móveis e computação em nuvem - armazenamento on-line de dados. A estimativa é que até 2014, o tráfego de vídeos represente 90% do tráfego - hoje ele é 30%.</p>
<p style="text-align: justify;">“O CRS-3 triplica a capacidade de tráfego da plataforma anterior (CRS-1) que pode chegar a 322 terabits por segundo. Tal capacidade é suficiente para baixar todo o catálogo impresso da biblioteca do Congresso americano em pouco mais de um segundo, permitir que cada habitante da China realize uma videochamada simultaneamente, ou ainda que todos os filmes já produzidos no mundo sejam transferidos entre dois pontos em menos de quatro minutos”, afirma John Chamvers (CEO da Cisco Systems).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tecnologia</strong></p>
<p>O processador utilizado no roteador foi o QuantumFlow Array, tecnologia desenvolvida pela própria Cisco, tem capacidade de processamento de seis chips em um, capaz de diferenciar o tipo de tráfego – se dados, voz, ou vídeo.</p>
<p>Lançado inicialmente nos EUA, o custo mínimo do novo roteador é US$ 90 mil com estimativa de chegada desta tecnologia ao Brasil dentro de três ou quatro anos, afirma Rodrigo Abreu, presidente da Cisco no Brasil.</p>
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		<title>Acessibilidade para deficientes é ponto fraco em novo Portal Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[e-gov]]></category>

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		<description><![CDATA[Diretora do projeto Acessa Brasil e deficiente visual, Lêda Spelta aponta problemas que prejudicam a navegação com ferramentas de apoio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="texto">
<p>Diretora do projeto Acessa Brasil e deficiente visual, Lêda Spelta aponta problemas que prejudicam a navegação com ferramentas de apoio.</p>
<p>O <a href="http://www.brasil.gov.br/" target="_blank"><span class="external-link">novo  Portal Brasil</span></a> do Governo Federal foi remodelado para atrair,  facilitar a navegação e apresentar conteúdo a todos os tipos de usuários  de internet no país, dentre eles os deficientes visuais, auditivos e  motores. No entanto, os portadores de deficiências, especialmente a  visual, ainda poderão ter dificuldade no acesso às informações.</p>
<p>Pela definição do portal, “acessibilidade significa permitir que  pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades  que incluem o uso de produtos, serviços e informação, além de permitir o  uso destes por todas as parcelas da população”.</p>
<p>A convite do <strong>IDG Now!</strong>, a diretora do projeto Acesso  Digital, Lêda Spelta, que também é deficiente visual, navegou pelo site,  mas não encontrou uma maneira &#8220;tranquila&#8221; de desfrutar de todos os seus  conteúdos.</p>
<p>Além de se deparar com problemas constantes de <a class="external-link" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/04/apos-instabilidades-novo-portal-brasil-e-retirado-ar-para-manutencao/">instabilidades  apresentadas pelo portal</a>, Lêda contesta alguns itens empregados de  forma confusa.</p>
<p>&#8220;Mas por que será que fazem tanta questão de chamar os &#8220;sites&#8221; de  &#8220;sítios&#8221; e continuam chamando a página principal de home?&#8221;, questiona. O  programa leitor de telas utilizado pela diretora lê o título da página  como &#8220;Ômi - Portal Brasil&#8221;.</p>
<p>O caminho é árduo e sua condução exige paciência apurada. Ao chegar  na área de busca, local onde o usuário pode selecionar o idioma e  efetuar pesquisas com o auxilio de um filtro, links para navegação  aparecem no lugar dos campos de seleção.</p>
<p>&#8220;E daí mergulhamos novamente num ponto baixo, onde encontramos um  link com o seguinte texto: &#8220;Para navega and ccedil;and atilde;o via  teclado, clique e v and aacute; direto para os conte and uacute;dos do  portal  pular para o conteúdo&#8221; Imaginem um sintetizador de voz falando  isso! Sem contar que já existe um link anterior com a mesma função&#8221;,  explica Lêda.</p>
<p><strong>Enquete em inglês</strong><br />
Na página destinada a  informações e prestações de serviço sobre acessibilidade, Lêda foi  convidada a participar de uma  enquete virtual<strong> </strong>com os  seguintes links: bad, below average, average, good e excellent.</p>
<p>&#8220;Será que esses descritores, assim como o &#8220;home&#8221;, estão aparentes  para quem está vendo? Provavelmente não; devem fazer parte daquele lixo  oculto dos sites, que prejudicam os deficientes visuais, da mesma  maneira que a poeira varrida para baixo do tapete prejudica as pessoas  alérgicas&#8221;, ressalta Lêda.</p>
<p><strong>Sem bússola</strong><br />
Ao voltar para a página inicial, a  usuária entra em uma série de <span class="external-link">links  organizados</span> em listas dentro de listas, onde o primeiro é  &#8220;Navegação&#8221;. Apesar de terem o mesmo texto, explica a diretora, os  cliques vão para endereços diferentes.</p>
<p>&#8220;Mais adiante, despenco no abismo total, no erro mais elementar de  acessibilidade: link em imagem sem descrição textual. Depois disso ainda  encontrei outras pérolas de inacessibilidade, tais como 6 links com o texto &#8220;Dominio Publico&#8221; e a instrução: &#8220;Copie o link ao lado:&#8221; Ao lado de quem, cara pálida?&#8221;, explica.</p>
<p>Para Lêda, a situação envolve não só a falta de discernimento do  Governo em relação aos deficientes e sim questões politicas mais  profundas.</p>
<p>&#8220;Será que, para se redimir de um decreto que estabelecia a  acessibilidade dos sítios públicos equivocadamente só para deficientes  visuais, o governo resolveu então lançar um portal sem realizar testes  com nenhum deficiente visual?&#8221;, finaliza.<strong></strong></p>
<p><strong>Do <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/08/acessibilidade-para-deficientes-e-ponto-fraco-em-novo-portal-brasil/" target="_blank">IDGNow</a><br />
</strong></div>
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		<item>
		<title>A Internet é vital para 80% da população, aponta pesquisa</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2158/a-internet-e-vital-para-80-da-populacao-aponta-pesquisa</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Quatro em cada cinco pessoas ouvidas em uma pesquisa realizada pela agência BBC consideram o acesso à internet um direito fundamental do ser humano embora mais da metade dos entrevistados tenha confessado que poderia viver sem a rede mundial de computadores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 28 mil pessoas de 26 países foram consultadas para entender papel da web na sociedade</p>
<p>Quatro em cada cinco pessoas ouvidas em uma pesquisa realizada  pela agência BBC consideram o acesso à internet um direito fundamental  do ser humano embora mais da metade dos entrevistados tenha confessado  que poderia viver sem a rede mundial de computadores.</p>
<p><span><strong></strong></span></p>
<p>O estudo do GlobeScan aponta que 87% dos usuários consideram  fundamental o acesso livre à rede. Entre os que não navegam na internet,  71% partilharam dessa opinião, fazendo com que aproximadamente 80% dos  quase 28 mil entrevistados de 26 países considerem vital o livre acesso à  web. Do total de questionados, metade apoiou totalmente a afirmação.</p>
<p>O serviço, porém, foi apontado como dispensável por mais da metade  dos entrevistados. 55% dele disse que conseguiria viver sem a internet.  No Brasil, esse índice sobe para 71%, um dos maiores entre as populações  consultadas</p>
<p>Segundo a pesquisa do GlobeScan, a maior parte dos internautas - 90% -  crê que a rede seja um bom lugar para aprender, e 47% acreditam que o  melhor aspecto dela seja proporcionar informação de todos os tipos.</p>
<p>A liberdade proporcionada pela rede foi um dos pontos que mais se  destacou entre as preferências dos internautas. Cerca de 78% deles  disseram que a internet lhes garante maior liberdade, 48% julgaram a  rede um lugar seguro para expressar opiniões e 53% defendem a ideia de  que não deve haver regulação do governo sobre a web em qualquer lugar do  mundo.</p>
<p>O estudo também apontou as preocupações dos internautas. 32%  apontaram as fraudes como o aspecto mais preocupante da rede, seguido do  conteúdo violento e explícito (27%) e das ameaças à privacidade (20%). A  censura do governo sobre o conteúdo publicado na rede foi apontado por  apenas 6% dos internautas.</p>
<p>Sobre o tempo gasto pelos usuários nas internet, a pesquisa apontou  que 23% se mantêm online por 13 horas ou mais semanalmente e 40% gastam  de três a 12 horas na rede por semana. Os que passam três horas semanais  ou menos conectados somaram 35% dos entrevistados.</p>
<p>Participaram da pesquisa da GlobeScan Índia, Nigéria, Gana,  Paquistão, Alemanha, Brasil, Indonésia, Japão, Rússia, Quênia, Egito,  Chile, Filipinas, México, Turquia, Reino Unido, Tailândia, França,  Portugal, Canadá, Espanha, Austrália, México, EUA, China, Coreia do Sul e  países da América Central.</p>
<p>Fonte:<a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/internet-e-vital-para-80-da-populacao--aponta-pesquisa,not_7987.htm" target="_blank"> economia.estadao.com.br</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Ubuntu está pronto para rodar em servidores corporativos?</title>
		<link>http://web.secom.to.gov.br/web/2137/o-ubuntu-esta-pronto-para-rodar-em-servidores-corporativos</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Navegador]]></category>

		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Computerworld - Porta-Voz do Mercado de TI e Comunicação - trouxe uma questão interessante sobre o uso do Ubuntu em servidores corporativos. A matéria fala também sobre expansão e certificação do navegador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Computerworld - Porta-Voz do Mercado de TI e Comunicação - trouxe uma questão interessante sobre o uso do Ubuntu em servidores corporativos. A matéria fala também sobre expansão e certificação do navegador.</p>
<p>Por InfoWorld/EUA<br />
<strong>Deixando de lado a reputação de sistema de desktops, o Ubuntu está fazendo investidas como uma alternativa para servidores que pode competir com o Red Hat.</strong></p>
<p>De acordo com todas as contas, o <span class="external-link">Red  Hat, da fornecedora de mesmo nome,</span> é líder disparado no Linux  empresarial, mas o <span class="external-link">Ubuntu,  da Canonical</span>, está se provando um excelente competidor. Está na  hora do mercado corporativo considerar o uso do Ubuntu?</p>
<p>Poucos  comentam sobre o mercado do Linux além do Red Hat Enterprise Linux, o  líder, e o Novell Suse, vice-líder distante. Em maio passado, quando o  relatório Eclipse Survey 2009 foi divulgado, duas coisas interessantes  sobre a adoção de Linux em empresas chamaram a atenção.</p>
<p>O  documento apontava que cerca de 15% dos desenvolvedores entrevistados  estavam usando Ubuntu em suas máquinas. O Fedora/RHEL lidera a  implantação do Linux, mas apenas por um simples ponto percentual contra o  Ubuntu. E, no entanto, a partir de um ponto de vista de receita e de  unidades entregues, a IDC estima participação da Red Hat no mercado de  Linux em mais de 60%.</p>
<p>A Weta Digital, estúdio de efeitos digitais  por trás de filmes como “Avatar”, “Distrito 9”, “Jumper” e a série “O  Senhor dos Anéis”, está usando o Ubuntu em grande escala. O  desenvolvedor de servidores baseados no Ubuntu, Dustin Kirkland,  escreveu o seguinte sobre o sistema:</p>
<p>“Foi uma grande conversa  sobre o tipo de data center necessário para renderizar efeitos especiais  nos filmes de hoje. Eles têm discos de 2 petabytes, rede de 10 Gbps e  35 mil núcleos no data center, e ainda assim demoram 48 horas para  renderizar algumas sequências gráficas”.</p>
<p>O Ubuntu é o núcleo de  tudo, rodando toda a renderização, e está presente em 90% dos desktops  da Weta Digital. A renderização é baseada no Ubuntu, e não o RHEL como  vinha sendo relatado na mídia. “Mais de 10 mil empregos e uma estimativa  de 1,4 milhão de tarefas por dia. Cada quadro dos 24 quadros por  segundo do filme ve múltiplas interações entre diretores e artistas e  demoraram múltiplas horas para serem renderizados”</p>
<p>A estratégia  da desenvolvedora Canonical é aumentar a participação em desktops, uma  área que o Red Hat não cobre. Porém, com a pesquisa da Eclipse e o uso  pela Weta Digital, o Ubuntu não deveria ser ignorado como uma opção para  sistema operacional de servidores.</p>
<p><strong>É hora das  fabricantes de softwares certificarem o Ubuntu</strong><br />
Quando a  adoção do Ubuntu é considerada em empresas, particularmente como um  sistema para servidor, muitas dúvidas surgem sobre o suporte de  aplicativos empresariais – e por uma boa razão. O Red Hat  indubitavelmente possui muito mais desenvolvedores do que o Ubuntu  atualmente, o que significa que aplicativos empresariais são mais  prováveis de serem testados e certificados no RHEL do que no Ubuntu.</p>
<p>Porém, com o crescimento do Ubuntu e as incertezas ao redor do Novell  Suse, fabricantes de softwares voltados para empresas não poderão adiar  a certificação do Ubuntu por muito tempo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/03/05/o-ubuntu-esta-pronto-para-rodar-em-servidores-corporativos/" target="_blank">computerworld</a></p>
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